domingo, 26 de agosto de 2012

Show de Stand Up com Fábio Porchat

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Evento ocorrido no dia 26/08 no Shopping Via Sul. No evento a participação do apresentador André Morrevi e da escritora Rejane Noronha. Confira as fotos:
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sábado, 25 de agosto de 2012

Reflexões


Amigos internautas, hoje encontrei esse belíssimo texto REFLEXÕES de autoria da escritora Maria da Conceição Tavares que faz referências interessantes e curiosas sobre assuntos do coração.

Vamos a leitura:


O coração, quando é dado e recebido inteiro, se multiplica inexplicavelmente, cresce, fica forte, se desdobra...
E nunca aprisiona.
Não é próprio de um coração aprisionar.
O coração, quando é dado e recebido inteiro, traz alegria, paz, compreensão, sabedoria. É a emoção profunda. O prazer verdadeiro. E se um dia acontecer de o outro coração querer partir  - os corações são às vezes tão imprevisíveis – ele sente muita dor mas está pronto para deixá-lo ir. Porque o coração, quando é dado e recebido inteiro, não aceita o amor que faz doer. E por isso, mesmo quando o outro coração se vai, o sentimento sobrevive íntegro e belo. Se elabora e passa a fazer parte do amor universal.
E o coração está pronto para amar de novo.
O coração, quando é dado e recebido em pedaços, trás às vezes muita emoção. Às vezes alegria, as vezes encontro. Mas como é próprio de toda experiência boa querer se repetir indefinidamente, e o coração – ainda que em pedaços – sabe disso muito bem, acaba se contentando com “as vezes” porque nunca sabe a hora certa de se mostrar. Torna-se exigente, quer aprisionar, se assusta e doa seu susto nasce a insegurança, o medo, o ciúme. A espontaneidade se vai.
Vem a culpa. Negam-se as verdadeiras expectativas (porque a vocação do coração é ser inteiro) numa esperança de ajudar fazer sobrevivera relação.  Numa esperança de não estar sozinho ou de não se deixar o outro sozinho ou porque se teima em acreditar que o outro pode acordar.
Mas nada pode ser feito.
E quando descobre isso, o outro coração ainda que por natureza inteiro, se vai exausto. Infeliz.
Também aos pedaços.
Porque os atos de amor que praticou sofrem involução: a ternura, a disponibilidade para o amor, o estar presente, o estar atento ainda que de longe, enfim, tudo o que um coração sabe fazer passa a ser considerado aprisionamento e não libertação.
Por quem aprisiona também a si próprio culpando o outro da prisão que ele próprio se criou. Porque o coração que é dado e recebido em pedaços não sabe ficar sozinho, em liberdade. Faz birra, transforma em sentimentos ruins o que antes foi tão belo. Tudo se perde e o coração precisa recomeçar do zero.
A princípio parece muito mais fácil dar e receber pedações de corações. Nunca se está sozinho e a liberdade parece estar ali: há muitas opções.
Mas o que na verdade ocorre é que nunca se está com quem se quer e na hora em que se quer. É difícil lidar com pedaços de coração.
Porque nada se aprofunda.
Apenas ajuda o tempo passar.
E a vida é muito mais que isso.
Talvez a única coisa boa de se dar e receber um pedaço de coração é que tanto sentir dor – há corações que precisam disso – um dia o coração exija  ser dado e recebido inteiro. Descobrindo assim que foi feito pardo prazer. E aprenda a assumir os riscos, a alegria, e liberdade que isso implica. Em toda a sua densidade. Que pode durar um segundo. Ou a vida inteira.
Porque há coração que nasce com uma disponibilidade incrível para se dar e ser recebido inteiro. E insiste nisso, acredita, passa a vida tentando. E então, um dia, não porque tenha desistido, mas para readquirir novas forças, ele se vai. Certo de que estava certo. E certo de que vai voltar mais forte.
Talvez seja esse o segredo da morte: adquirir um coração mais forte.
Há coração que nasce com uma disponibilidade incrível para se dar e ser recebido inteiro – talvez a grande maioria. Insiste nisso, acredita. Mas as dores que sente em seu processo de procura fazem com que ele se retraia. E se feche. Então é preciso uma delicadeza, infinita, muita sabedoria para de novo despertar esse coração.
Deixá-lo encontrar seu próprio momento. Lidar com seu próprio sofrimento. Porque, por mais que se ame,  não se pode sofrer pelo outro. Como não se pode ser dono da sua alegria. Só se pode estar atento e, se aceito, compartilhar. E quase sempre o outro coração só conhece o seu próprio tempo.
O coração – inteiro ou em pedaço – exige artes de magia. E levamos séculos e séculos para aprender um pouquinho dela. Talvez seja esse o segredo da vida: adquirir a magia das artes do coração. E talvez seja exatamente isso o que a faça assim tão dela.


Maria da Conceição Tavares

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Coleção Primavera/Verão 2013 da Carmen Steffens

Evento contou com a participação da socialite Rejane Noronha e amigos. Confira as fotos:
Rejane Noronha, Rodney e Hildete

Ariane Moreira e Rejane Noronha

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Aniversário de 10 anos do Aviões do Forró

Evento de aniversário da banda Aviões do Forró. O evento contou com a participação de várias celebridades da Globo e a apresentação de André Marques. Vamos as fotos:

Solange, Rejane Noronha e Xandi do Aviões do Forró

Rejane Noronha e André Marques

Rejane Noronha e Isis Valverde

Thiago Martins e Rejane Noronha